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ESPIA! ESPIA!
Mais um ANUÁRIO ESPIA!
Se "o artista
tem de ir aonde o povo está", aí está
Carlito Lima, contando histórias (e/ou
estórias) da cidade e dos viventes desta ou
de outra cidade, em mais um bem humorado
livro. Desta feita, O ANUÁRIO ESPIA 2006. Artista de
múltiplas artes quando se trata da arte de
escrever e contar histórias. Espectador e
protagonista do grande espetáculo da vida,
Carlito Lima tem coração e alma de artista;
um malabarista em defesa da cultura e dos
nossos valores. Sua paixão: Maceió. Sua
devoção: o mar azul das Alagoas iluminando
de sol a sol, abençoado pela Santa dos
Prazeres, Nossa Senhora.
Sua paixão por
Maceió e pelas riquezas de Alagfoas é de um
ativismo cívico. Através da ESPIA, envia
vaias e aplausos (virtuais) com a mesma
intensidade, a depender do feito ou ocorrido
ou do assunto em questão. Vive uma guerra
santa em defesa de Alagoas e do patrimônio
alagoano: nossas praias, nossas lagoas,
nossa arte, nossos artistas, nossa história,
nossas riquezas, nossos valores. |
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Carlito Lima
com seu estilo livre, leve, solto e muito
bem-humorado presenteia este livro para
Alagoas e o Brasil. Inicia contando suas
histórias no tempo em que ele, capitão do
Exército, era colega de turma da Faculdade
de Engenharia do líder estudantil, de
esquerda, Ronaldo Lessa. A partir daí, a
narrativa focaliza sua ótica na caminhada
política do amigo Ronaldo Lessa. Sempre
histórias reais, comovente, exemplares,
cheias de humanismo e simplicidade. É o
livro para se divertir, para pesquisar,
estudar e guardar. Imprescindível para
historiadores e estudiosos do regime militar
depois de 1964. |
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Carlito Lima
nos brinda com Viventes de Maceió,
contanto, com seu fino humor, histórias de
pessoas simples de sua cidade, a bonita
Maceió. São histórias verdadeiras ou no
mínimo baseadas em fatos reais, que podiam
ter acontecido com qualquer cidadão em
qualquer cidade brasileira. Tolstoi disse
que para um artista ser universal ele tem
que contar, cantar sua aldeia. Assim fez
Carlito Lima nesse livro, contou histórias
de sua aldeia como ninguém e está mais
universal que nunca. Carlito só descobriu
seu talento de escritor depois dos sessenta.
É das melhores revelações da literatura
brasileira nos últimos tempos. Leiam e se
divirtam com suas histórias.
Ivan Barros -
jornalista |
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Comédias
mundanas são 52 crônicas da vida, histórias
verídicas contadas com o fino e bom humor de
Carlito Lima. Esse autor alagoano, só após
seus sessenta anos lançou seu primeiro
livro, suas memórias históricas, Confissões
de Um Capitão. Sucesso absoluto em todas as
livrarias do Brasil, e vencedor do Prêmio
Barbosa Lima Sobrinho-Literatura/2001.
Carlito Lima é a grata revelação da
literatura alagoana, um excelente contador
de histórias. Em seu novo livro Comédias
Mundanas, com um estilo leve, solto e bem
humorado, prende o leitor, envolvido com a
narrativa cativante e divertida. É um livro
para se ler e guardar na mesinha de
cabeceira, para caso haja necessidade
urgente de entretenimento, reler as
histórias do velho Capita. |
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Confissões de
um capitão é, inquestionavelmente, uma
abordagem singular de um dos períodos mais
lamentáveis da história brasileira. Trata-se
de um livro forte, humano, sóbrio e sincero.
Resultado de uma memória extraordinária,
amparada por um trabalho acurado de
pesquisa, o livro traduz a visão dos anos de
chumbo a partir de retinas atentas, críticas
e, apesar de seu ofício, surpreendentemente
ternas.
Renan
Calheiros |
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Carlito Lima,
ex-capitão do Exército, engenheiro,
ambientalista, ex-prefeito da Barra de São
Miguel, boêmio, depois dos 60 anos tornou-se
escritor Ótimo escritor. Suas crônicas têm
muita verve inteligente e irreverente. Os
inúmeros leitores ficam ansiosos esperando a
história semanal humorada do Capita, o Duque
de Jaraguá. O primeiro livro, Confissões de
um Capitão, foi sucesso em todo o Brasil, é
considerado um dos melhores sobre o golpe
militar de 64. Nos anos seguintes Carlito
lançou outros livros com suas crônicas do
cotidiano. Recebeu o título de Duque de
Jaraguá, bairro boêmio de Maceió e adotou
esse título nobiliárquico em seus escritos.
No ano da graça de 2005, veio com sua
invencionice e deu para a população a
revista eletrônica ESPIA. Páginas bem
humoradas de opinião, dicas e notícias que
envia pela internet para mais de dois mil
"assinantes". Esse livro é coletânea dos
exemplares da ESPIA editadas no ano de 2005.
É livro para se guardar na cabeceira da cama
e ler quando puder e quiser. É o melhor,
mais barato e mais eficiente remédio
antidepressivo. |
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Este livro
consta de textos saborosos sobre diversas
situações que mobilizam, estimulam e
esquentam o imaginário do leitor. São
relatos - reportagens, mostrando "causos" e
situações das mais variadas, onde se
identificam os tons de historiador do autor
que, é um frequentador-observador-ator, que
encontrou em suas "convivências", figuras em
carne e osso que seriam transformadas em
seus personagens. São prostitutas, rufiões,
vigaristas, otários, coronéis, tiras,
alcaguetes, jogadores, políticos,
novos-ricos, desocupados, aristocratas
decadentes, enfim, uma vasta fauna envolta
em álcool, fumaça e embalos, retratados com
realismo, sinceridade e emoção. No todo
formam um verdadeiro retrato da vida real,
com duas dificuldades, nuanças, dúvidas,
erros e acertos. Suscitam verdadeiras
experiências com o amor, a angústia, a
saudade, a culpa, o medo e a fé. Tem muito
humor. |
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Carlito Lima
também é autor do livro Confissões de uma
Capitão, que todo mundo procura ansioso
para ler. Como fez Antônio Fagundes, numa
tarde de folga no Pontal do Peba, e ficou
encantado, tanto que pediu autógrafo ao
autor, sob testemunho de uma foto que eu
mesmo tirei com todo capricho... Carlito
sempre soube contar bem histórias, com graça
e inteligência que seus amigos tiveram o
privilégio de conhecer em privado. Agora o
dividimos com seus leitores públicos. A
razão principal disso é que ele ama os
protagonistas de suas histórias, esses
personagens que trata com tanto carinho: os
bêbados e os políticos, as casadas
sofredoras e as ansiosas solteiras, os
artistas populares e o povo das feiras, os
pescadores e os poderosos, os santos e as
adúlteras, os malandros e as putas. Trata-se
de uma galeria de heróis cotidianos vivendo
épicos íntimos, entre o lar e o motel, a
escola e o botequim, a praça e o quartel,
como se a vida não tivesse limites nem
merecesse ter um...
Cacá Diegues
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